Não quero a sorte de um país tranquilo

Não quero a sorte de um país tranquilo
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Quando Cazuza cantava que queria a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida, escondia na imagem da tranquilidade a aceitação do que dói: a fruta mordida, o mel e a ferida, o corpo inteiro como um furacão. Tranquilidade, em Cazuza, não é ausê >>>

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